ATA : DIA 07/05/2011.

 DIA 07/05/2011.
Grupo de Estudos Joana de Angelis.
Orientador do estudo: Christovam.
Leitura do O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO: O MAIOR MANDAMENTO. Capítulo XI – Amar o Próximo Como A Si Mesmo.
ESTUDO DA OBRA “A GÊNESE” DE ALLAN KARDEC. CAPÍTULO XI – GÊNESE ESPIRITUAL. ITENS21 a32 – ENCARNAÇÃO DOS ESPÍRITOS.
Foi dito, pelo irmão Christovam, que nós trazemos nossos gostos de outras vidas, que Deus faz-nos esquecer as vidas passadas por Sua infinita misericórdia, para não interferirem em nossa evolução, tendo em vista nosso orgulho, vaidade, egoísmo, etc. Por exemplo: se fomos alguém famoso, como nos comportaríamos no controle da vaidade, do orgulho?
Outros exemplos:
1- Se nesta vida somos carentes de bens materiais ao contrário da vida anterior, onde esbanjávamos riquezas, como suportar e vencer as provações e expiações relativas à pobreza?
2- Se na última vida fomos promíscuos, sensuais, ou com desvios sexuais, como nos comportaríamos nesta nova vida sabendo desse passado?
3- Se em vida passada fomos absurdamente machistas/feminista (sem respeito pelo ouro gênero), como nos comportaríamos nesta vida se encarnados em um corpo do sexo oposto?
4- Como nos comportaríamos em relação aos nossos filhos, sabendo que eles foram nossos algozes da vida passada?
As respostas, graças à Jesus Cristo e à Doutrina Espírita já sabemos: devemos agir com resignação, misericórdia, amor, caridade, indulgência, etc.)
(Para reforçar os estudos, faz-se necessário reler O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Parte Segunda. Capítulo 7 – Retorno à Vida Corporal. ESQUECIMENTO DO PASSADO: questões 392 a 399)
A irmã Teresinha comentou que ao estudar a Doutrina Espírita, passamos a entender como temos aptidões que não foram aprendidas nessa vida, que são aptidões conquistadas em sucessivas vidas e que as trazemos para a atual.
(Para reforçar o comentário da irmã Teresinha, vejamos a fantástica reportagem da Rede Record sobre a menina Akiane, dos EUA, que aos 4 anos de idade começou a desenhar e pintar. Observem ao final da reportagem onde podemos ver que estamos vendo um espírito encarnado de boa moral: http://www.youtube.com/watch?v=-bmzrjECGgY)
(“Outro forte indício de que os homens sabem a maioria das coisas antes do nascimento é que, quando crianças aprendem fatos com enorme rapidez, o que demonstra que não os estão aprendendo pela primeira vez, e sim os relembrando.” Cícero, 106-43 a.C., filósofo, escritor, cônsul e político romano)
Pelo irmão Christovam foi dito que o espírito começa na pedra, tem as primeiras sensações no vegetal, acorda no animal e tem razão no homem; e que ao longo das sucessivas encarnações nossos espíritos se depuram.
(“Fui mineral, morri e me tornei planta, como planta, morri e depois fui animal, como animal morri depois fui homem, por que teria eu medo? Acaso fui rebaixado pela morte? Vi dois mil homens que eu fui, mas nenhum era tão bom quanto sou hoje. Morrerei ainda como homem, para elevar-me e estar entre os bem-aventurados anjos. Entretanto, mesmo esse estágio de anjo terei de deixar.” Al Rumi, 1210-1273 d.C., poeta islâmico, Afeganistão)
Foi dito, também, que os animais precisam da presença de espíritos mais evoluídos (nós). Assim, eles nos observam, aprendem conosco e extraem energias negativas e positivas emanadas por nós. Como os animais aprendem conosco, se tivermos desvios morais, assimilarão nossas imperfeições.
(Vejamos o ensinamento do Espírito Alexandre, instrutor do Espírito
André Luiz, no livro MISSIONÁRIOS DA LUZ. Capítulo 4 – Vampirismo:
“[…]
-Porque tamanha estranheza? – perguntou o cuidadoso orientador – e nós outros, quando nas esferas da carne? Nossas mesas não se mantinham à custa das vísceras dos touros e das aves? A pretexto de buscar recursos protéicos, exterminávamos frangos e carneiros, leitões e cabritos incontáveis. Sugávamos os tecidos musculares, roíamos os ossos. Não contentes em matar os pobres seres que nos pediam roteiros de progresso e valores educativos, para melhor atenderem a Obra do Pai, dilatávamos os requintes da exploração milhenária e infligíamos a muitos deles determinadas moléstias para que nos servissem ao paladar, com a máxima eficiência.
[…]
Encarecíamos, com toda a responsabilidade da Ciência, a necessidade de proteínas e gorduras diversas, mas esquecíamos de que a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, teria recursos de encontrar novos elementos e meios de incentivar os suprimentos protéicos ao organismo, sem recorrer às indústrias da morte.
[…]
Em todos os setores da Criação, Deus, nosso Pai, colocou os superiores e os inferiores para o trabalho de evolução, através da colaboração e do amor, da administração e da obediência. Atrever-nos-íamos a declarar, porventura, que fomos bons para os seres que nos eram inferiores? Não lhes devastávamos a vida, personificando diabólicas figuras em seus caminhos? Claro que não desejamos criar um princípio de falsa proteção aos irracionais, obrigados, como nós outros, a cooperar com a melhor parte de suas forças e possibilidades no engrandecimento e na harmonia da vida, nem sugerimos a perigosa conservação dos elementos reconhecidamente daninhos. Todavia, devemos esclarecer que, no capítulo da indiferença para com a sorte dos animais, da qual participamos no quadro das atividades humanas, nenhum de nós poderia, em sã consciência, atirar a primeira pedra. Os seres inferiores e necessitados do Planeta não nos encaram como superiores generosos e inteligentes, mas como verdugos cruéis. Confiam na tempestade furiosa que perturba as forças da Natureza, mas fogem, desesperados, à aproximação do homem de qualquer condição, excetuando-se os animais domésticos que, por confiar em nossas palavras e atitudes, aceitam o cutelo no matadouro, quase sempre com lágrimas de aflição, incapazes de discernir com o raciocínio embrionário onde começa a nossa perversidade e onde termina a nossa compreensão. Se não protegemos nem educamos aqueles que o Pai nos confiou, como germens frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusarmos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação, como exigir o amparo de superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos? Na qualidade de médico, você não pode ignorar que o embriologista, contemplando o feto humano em seus primeiros dias, a distância do veículo natural, não poderá afirmar, com certeza, se tem sob os olhos o gérmen dum homem ou de um cavalo. O médico legista encontra dificuldades para determinar se a mancha de sangue encontrada eventualmente provém de um homem, dum cão ou dum macaco. O animal possui igualmente o seu sistema endocrínico, suas reservas de hormônios, seus processos particulares de reprodução em cada espécie e, por isso mesmo, tem sido auxiliar precioso e fiel da Ciência na descoberta dos mais eficientes serviços de cura das moléstias humanas, colaborando ativamente na defesa da Civilização.
[…]
Abandonando as faixas de nosso primitivismo, devemos acordar a própria consciência para a responsabilidade coletiva. A missão do superior é a de amparar o inferior e educá-lo. E os nossos abusos para com a Natureza estão cristalizados em todos os países, há muitos séculos. Não podemos renovar os sistemas econômicos dos povos, dum momento para outro, nem substituir os hábitos arraigados e viciosos de alimentação imprópria, de maneira repentina. Refletem eles, igualmente, nossos erros multimilenários. Mas, na qualidade de filhos endividados para com Deus e a Natureza, devemos prosseguir no trabalho educativo, acordando os companheiros encarnados, mais experientes e esclarecidos, para a nova era em que os homens cultivarão o solo da Terra por amor e utilizar-se-ão dos animais, com espírito de respeito, educação e entendimento.
O irmão Edson falou sobre a borboleta, que na sua primeira fase é uma lagarta feia e rastejante, que posteriormente em um casulo se transformará em uma bela borboleta para voar.
A irmã Rejane perguntou se no processo encarnatório de um espírito em missão ele evolui ou estaciona, citando, por exemplo, Francisco Cândido Xavier que encarnou em missão.
Foi dito, pelo nosso orientador Christovam, que Francisco Cândido Xavier provavelmente atingiu o último nível de evolução para a Terra; que ele é um espírito diferente, porque passou por expiações e provações por ter sofrido na infância, por ter tido problema na vista, mesmo em missão; e que cada encarnação é um momento de evolução.
A irmã Helena comentou que Francisco Cândido Xavier, Madre Tereza de Calcutá, Mahatma Gandhi, entre outros, vieram em missão e também evoluíram e poderão voltar a encarnar na Terra quando mundo de regeneração.
(Acerca do assunto acima, vejamos O LIVRO DOS ESPÍRITOS:
Questão 175. Existe alguma vantagem em voltar a habitar a Terra?
– Nenhuma vantagem em particular, a menos que se esteja em missão. Nesse caso se progride aí como em qualquer outro mundo.
Questão 178. Os Espíritos podem encarnar corporalmente num mundo relativamente inferior àquele em que já viveram?
– Sim, se for para cumprir uma missão e ajudar no progresso. Aceitam com alegria as dificuldades dessa existência, porque lhes oferecem um meio de avançar.
A irmã Rejane comentou sobre a comemoração dos americanos em festas nas ruas acerca da morte de Bin Laden, contrariando os mandamentos de Jesus Cristo, apesar dos EUA serem um país composto por maioria de evangélicos e em seguida de católicos, caracterizando um povo de inferior moralidade, apesar da alta intelectualidade.
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