O Espiritismo têm atraído grandes nomes da cultura universal. (parte 1)

Charles Richet

O Espiritismo em seu tríplice aspecto – ciência, filosofia e religião, têm atraído grandes nomes da cultura universal. No campo da ciência, por exemplo, vemos Charles Richet, detentor do Prêmio Nobel, comprovando em exaustivas experiências a fenomenologia espírita.

 William Crookes, uma das mais vigorosas inteligências de todos os tempos, descobridor da matéria radiante, a estudar a materialização total do espírito Katie King, graças á mediunidade de uma colegial de quinze anos, vemos Paul Gibier, discípulo predileto de Pasteur, diretor do instituto Bacteriológico de Nova Iorque, surpreso diante dos fenômenos produzidos pelos espíritos através do médium Slade, e Cesár Lombroso, o pai da Antropologia Criminal: os físicos Wiliam Barrett e Oliver Lodge; o astrônomo Schiaparelle; Alfredo Russel Wallace, rival de Darwin; Thomas Edison e Benjamin  Franklin, aos quais deve a Humanidade cerca de mil e duzentos inventos e aperfeiçoamentos, A D Arsonval, diretor do laboratório de Física biológico da escola de Altos Estudos em Paris, em cujo a companhia Mme. Curie algumas experiências assistiu em 1908 com a médium napolitana Eusápia Paladino.

Paul Gibier

    Como se a nota, físicos, químicos, psicólogos, inventores, foram atraídos pela fenomenologia espírita. E, curioso, a maior parte só tinha um escopo: provar que o Fenômeno era fraude ou alucinação. Lombroso é exemplo típico. Mais tarde, Lombroso, que chegou a conversa com o espírito de sua mãe materializado, confessava: “Sinto-me envergonhado e triste por haver atacado com tanta pertinácia a possibilidade dos fatos chamados espíritas”. E, com júbilo, acrescentou: “Porém, os fatos existem e eu me glorifico de ser escravo dos fatos”.

Cesar Lombroso

  H. G Wells, Julian Huxley G. P.Wells, sobre os fenômenos espíritas sentenciaram: “Não podemos, absolutamente, rejeitar a evidência de tais fenômenos”. E, advertindo aqueles que os negam a priori, acrescentam: “lembremo-nos, segundo Richet, de que grandes cientistas, como Bouillaud, declararam que o telefone era ventriloquia, e cientistas ainda maiores, como Lavoisier, afirmaram decisivamente que não poderiam cair pedras do céu, pela razão muito simples de que no céu não há pedras…” (vide “Science of Life”).

  Einstein, o genial criador da teoria da relatividade, não se esquivou, também, dos fenômenos supranormais. Conta Upton Sinclair, famoso romancista, detentor do Prêmio Pulitzer e amigo íntimo de Einstein, numa série de artigos de artigos publicados na imprensa mundial:

  “Minha esposa realizava experiências psíquicas desde a infância, e tínhamos reunidos uma série de mais de 250 experiências nas quais provávamos a realidade da telepatia e da clarividência a todos os que estivessem de espírito aberto. Os fatos foram contatos em um livro, “Mental Radio”, que Einstein Havia lido: escrevera ele um prefácio para uma edição alemã, que concluía com as seguintes palavras: De maneira alguma os que se interessam pelos fatos psíquicos devem deixar de ler atentamente esta obra”.

William Crookes

 Não há de estranhar que o velho sábio fizesse o prefácio para uma obra que pode ser enquadrada no Espiritismo, pois além de conhecer bem a esposa de Upton Sinclair, que era clarividente, Einstein, na Califórnia, em 1932, já havia assistido sessões com outra notável clarividente, a médium Gene Dennis, por Conan Doyle classificada como” a oitava maravilha do mundo”.

Texto extraído do livro “escritores e Fantasmas” de Jorge Rizzini.
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